Escrevilhando

1. Escrevilhando.Eu

1. Escrevilhando.Eu

19/09/2023 às 17:08 // Escrevilhando.

Escrevilhando.eu

     Querido Leitor(a), hoje abro essa coluna no susto! Para quem não me conhece, sou a professora Elis Regina Haas, pedagoga, arteterapeuta, arteira, artista. A cada quinze dias estarei aqui, para escrever na Coluna Escrevilhando, palavra esta que não está no dicionário, ainda... e a escolhi por que gosto de criar, de inventar e reinventar. Sabe aquela história de que algo inexplicável te alimenta? Criar me alimenta, fazer algo que ainda não foi feito por ninguém! Uau, isso sim me faz bem.

     Tenho um vulcão na mente. Quando fiquei sabendo que escreveria para essa coluna, a palavra ESCREVILHANDO saltou na minha cabeça. De onde veio? Como surgiu? O que a fez nascer? Não sei, ela veio, chegou e ficou. E eu achei interessante. O que significa? Talvez um escrever inventando, talvez um escrever criando, talvez um escrever mais um ando qualquer. Sei lá. Agora está feito e era isso.

     Bom, leitor(a), estava eu te contando: abro essa coluna no susto porque do nada, do léu, do além, o diretor do Jornal Contexto me procurou com a proposta de ser colunista. E então, as borboletas do jardim entraram todas no meu estômago de imediato e as poções mágicas da bruxa pularam no caldeirão para começarem a virar ideias. Ideias de responsabilidade, posso garantir.

     Escrever é uma das minhas imensuráveis paixões e de tropeços em tropeços as palavras vão se convertendo em assunto. Mas não me agrada chatice, gosto de leveza e descontração e será esta a minha direção até você. Vou procurar ser bem eclética, pontuando assuntos cotidianos e gerais para alcançar vários focos.  

     Como uma adulta portadora de TDHA (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) que sou, diagnosticada por mim mesma, em uma hora borbulharam muitas propostas “escrevíveis” (não sei se essa palavra existe na língua portuguesa, ou se existe só no meu dicionário), mas ideias de inúmeros assuntos  como família, filhos, irmãos, linguagem dos bebês, a alegria e energia dos idosos de hoje, alunos, professores, arte, dança, saúde, apelidos, efeitos da pimenta,  “frottole” (história), entre outros, são possíveis assuntos a serem dissertados e já estão em imersão dentro de mim.

     Abrirei espaços para alcançar todas as idades, desde informações e apontamentos aos pequenos, aos adolescentes, adultos e idosos. E não vou só escrever para que você, que veio até mim para  ver do que se trata, perca seu tempo com discurso entediante. Quero ressaltar em minhas linhas escritas, para que reflita, aprenda, imagine, sonhe. Segure em minha mão e venha comigo para onde quisermos ir. Esse é o poder que um texto pode ter.

     Para começar, deixa eu contar essa: uma vez, fazem uns quinze anos, enviei um texto meu para a escritora Martha Medeiros, no lançamento de mais um livro dela, na Feira do Livro em Porto Alegre, onde ela estava autografando, e, no texto deixei meu endereço de e-mail. Ela respondeu, acreditam? No texto comentava da minha paixão por escrever e ler e perguntei conselhos. Nossa, que emoção, acreditam que ela me aconselhou? E escreveu mais ou menos assim: “Nunca pare de escrever, exteriorize ao mundo o que está no seu interior. As palavras são sementes, plante-as. Alguém sempre irá colher.” Chorei, juro, juradinho. Pior que não posso provar, porque eu perdi o e-mail. Mas garanto que é verdade!

     E para finalizar, não dá para esquecer da diversão. É bem mais proveitoso quando o que lemos nos traga equilibrado conteúdo com divertimento. Essa é uma filosofia minha de ser, aprender, desenvolver, absorver e se divertir.

E então, querido leitor(a), você está pronto?

P. S: O ponto eu depois do Escrevilhando no título, é o título desse texto, entendeu

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