21/09/2023 às 20:36 // Escrevilhando.
Escrevilhando.É o amor!
“É o amor, que mexe com minha cabeça e me deixa assim.” E neste mês, o tão romântico dia dos namorados.
Olá, amigo leitor(a), tudo bem? Leu a primeira frase e já sei o que você pensou! Ela está apaixonada! Errou! Não estou apaixonada não, eu sou apaixonada, sempre, eternamente, porque nada mais saudável do que o AMOR! O amor salva, renova, dá vida, alegra e vem sem pedir, ele enche, explode, borbulha. Tantos verbos para conjugar com o Amor. Ele é o cara!
E o que não se faz por amor. Juro, tem coisas que fiz no meu passado obscuro que você até duvidaria e não dá para contar. Mas alguma pouca coisa, dá. Já fiz a simpatia do feijão para ver se o marido ia ser rico e quem me conhece já sabe qual feijão tirei, já fiz a do copo d’água com o nome dos possíveis pretendentes para saber com qual iria casar, já fiz aquela que segura namorado. Todos deram certo naquele dia da simpatia, porque me encheram de esperança, a esperança de que com 15 anos eu iria achar meu grande amor. Casava com a esperança em cada simpatia realizada porque o amor anda de mãos dadas com os sonhos. São caminhos paralelos.
Juventude. Fazia quadras e quadras a pé, quilômetros rodados no domingo à tarde com as amigas para ver o amor passar de carro e ficar toda arrepiada só com o olhar. Acho que a maioria dos guris nem me olhavam, mas eu tinha certeza que tinham olhado para mim, e minha certeza bastava para meu coração palpitar. Deitava na cama e sonhava com esse amor.
E o primeiro beijo. Nem dormi. O cara era um bocó, confesso. Passou a língua por tudo. Achei nojento, mas audacioso para uma adolescente que tinha treinado na laranja. Como? Você não treinou o beijo na laranja? Tudo bem, você não deve ser da minha época. E o primeiro amaço? Você não sabe o que é um amaço? Se você não sabe, já sei até sua idade, leitor. Voltando ao amaço, se fosse bombril deixaria uma panela de alumínio um espelho, porque a intensidade da esfregada era grande.
Mas amor, não tem idade nem espécie. Fui na minha manicure ano passado e sentadas no degrau, observamos um casal de pombos fazendo seu ninho. A senhora pomba no ninho arrumando suas palhas e o pombo trazendo a matéria prima. Coisa mais linda. O Rapaz com seu bico arrumava as palhinhas embaixo da sua primeira dama. Lindo de ver. Se tivesse observado as pombinhas antes, teria feito muita coisa diferente. Por que entre os animais é que o amor se revela tão puro e natural. É o amor que acontece e pronto. Devíamos observar mais, qualquer bicho, qualquer espécie e nesse universo também surgem amores incompatíveis e estranhos que vemos na internet. E simplesmente o amor está lá, distinto, único, afrontando as regras da vida e da natureza. É só amor, simples assim.
Relato o causo de uma grande amiga. Ainda bem que só eu e ela vamos saber quem é a tal. Queria arrumar namorado a todo custo, nada. Pendurou o Santo Antônio Casamenteiro de cabeça para baixo dentro do guarda-roupas. Conversava e ralhava com ele. Adivinhem, o namorado surgiu. Um milagre que só é para Santo Antônio mesmo, mas não veio como a encomenda. Seis meses de namoro, e não estava satisfeita. Então o pobre Santo Antônio começou a receber flores diariamente, ganhou uma mesa, um altar só para ele, para que ele despachasse o pretendente. Vida de Santo, já diz o nome: Pobre Santo!
E no dia dos namorados também já ouvi tantos outros os causos. Presentes inusitados. Noites românticas e sensuais, cachorrinhos e gatinhos, bombons, flores exóticas, um jantar surpresa no motel. É claro que depois do jantar sempre terá a sobremesa. A criatividade no amor é insuperável.
E você, o que já fez por amor? Fale a verdade, se me encontrar rua, por favor me conte, pode render um belo texto e garanto, será entre eu e você. Jamais revelarei nosso segredo. Uma amiga minha sempre diz, será nosso segredo de caixão. Mas que as corridas e loucuras do amor, insanas ou não, rendem boas ações, boas risadas e histórias inesquecíveis, é verdade, e muitas que até Deus duvida.
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